domingo, fevereiro 04, 2007

ABORTO É SEMPRE UM HOMICÍDIO, seja ele feito no hospital ou na clandestinidade! Liberalização do Aborto: Solução Primitiva! É isto um país civilizado?

Testemunho contra o aborto


Os promotores do aborto enganam-se também quando afirmam que um país "moderno" deve legalizar o aborto.

Esta terrível solução não é moderna, mas primitiva, tribal. Chega um superficial conhecimento da história para a verificarmos.



Gandhi disse: "Parece-me claro como a luz do dia que o aborto é um crime."

É suficiente consultar qualquer honesto e preparado ginecologista para termos a confirmação: A vida começa no momento da concepção. É um dado científico.
Quando eu tinha dezoito anos, os políticos e os meios de comunicação de esquerda convenceram-me a votar em favor do aborto.
Tinha a certeza de ter feito uma coisa justa; pelo contrário condenei milhões à morte.


Razões apresentadas pelo aborto

Os mesmos políticos e os mesmos intelectuais que convenceram a maioria dos italianos a votar em favor do aborto, hoje contam-nos que devemos abrir as portas aos imigrantes por não termos nascimentos suficientes…
Lembro-me que as afirmações mais repetidas naquela época eram: "Não ao aborto clandestino! Sim à legalização do aborto!"

As mulheres nas manifestações gritavam:

"O corpo é meu e faço dele o que eu quero!

O direito é das mulheres!"


Todos tinham direitos, todos excepto o primeiro interessado: A CRIANÇA.



Na realidade, com o passar dos anos, lentamente mas sem falhar, por meio de livros, filmes, jornais e pela televisão realizou-se a lavagem do cérebro.

O relativismo triunfa! Quase não nos apercebemos disto até o dia de hoje.

Na Itália conseguimos realizar o menor índice de crescimento de toda a Europa.

Desde o ano de 1978 até ao 2004, com a legalização do aborto, tivemos uma estimativa de quatro milhões e duzentos mil vítimas.
Quase como metade da população portuguesa!






Perdemos o respeito pela vida

Madre Teresa de Calcutá dizia frequentemente:

"O aborto é o maior inimigo da paz porque se uma mãe pode matar o seu filho isto significa que os seres humanos perderam por completo o respeito pela vida e mais facilmente podem matar-se uns aos outros.”

É muito verdadeiro.


Se não responsabilizamos as pessoas, especialmente os jovens, tudo se tornará possível.

Na Itália, como aliás nos países onde o aborto está legalizado e os valores perdidos, a moral, os bons sentimentos e as boas maneiras já são uma lembrança do passado.

Se lermos as crónicas dos jornais italianos, até há muito pouco tempo era de moda jogar pedras dos viadutos sobre as vias rápidas: Houve mortos e feridos. Entre as últimas tristes notícias que eu li no maior jornal italiano, falou-se de alguns jovens estudantes que gravaram no vídeo do telemóvel violências e relações sexuais realizadas nas aulas para depois as enviar na internet para divertimento do povo. Já é moda dizer que é por culpa da sociedade. Mas a sociedade não é uma entidade abstracta!

Somos nós que com a nossa cultura e especialmente com as nossas leis a aprovamos tal como ela é.

O aborto tornou relativa a nossa maneira de pensar: o bem e o mal tornam-se subjectivos.





Falsos remédios

Os Portugueses não se devem deixar enganar por falsos raciocínios que levam à legalização do aborto.

O Estado não pode desculpar-se afirmando que é melhor matar no hospital do que na clandestinidade.


É sempre um homicídio!

Se as mesmas medidas fossem utilizadas não com um pobre inocente sem defesa, mas com alguém que pudesse defender-se, o mundo seria pior do que uma selva.

Todos os problemas que aparecem quando uma mulher não quer ter um filho resolvem-se com boas leis, com a cultura pela vida e com ajuda às famílias pobres.

Se as mulheres afirmam que não podem gerar o filho no seio durante nove meses, é necessário demonstrar-lhe que a responsabilidade é delas, não do filho que quer matar!

Devemos lembrar-lhes que a vida é sagrada e que, só excluindo o caso de perigo para a própria vida, o homicídio é proibido por lei.

Se vivem na pobreza o Estado tem a obrigação de as ajudar para que vivam uma vida digna.

Se as mulheres não podem criar os filhos por várias razões, há muitos casais que não podem ter filhos e querem adoptá-los.







Fotografias terrificantes

Os promotores do aborto enganam-se também quando afirmam que um país "moderno" deve legalizar o aborto.
Esta terrível solução não é moderna, mas primitiva, tribal.

Chega um superficial conhecimento da história para a verificarmos.

O filósofo Sócrates não escreveu nada porque estava justamente convencido que a palavra escrita pode enganar. A vista, pelo contrário, e o sentido que torna mais imediata a informação, como aliás escrevia Aristoteles.

Então, para quem tiver alguma dúvida, convido-o a visitar na Internet o web "Giant anti-abortion".

Pode ver com os próprios olhos as fotografias que apresentam o resultado dos abortos.
São devastadores!


Foi calculado que no mundo mais de mil milhões de vidas humanas foram extintas com o aborto legalizado. É o maior genocídio da história!


Dostoevsky avisava: "Se Deus não existe tudo é permitido!"





Um complexo de culpa

Quando eu tinha dezassete anos eu engravidei uma pequena que amava; mas, dada a nossa jovem idade, ela decidiu abortar.

Depois de tantos anos e especialmente desde que tive filhos, esta tristíssima experiência deixou em mim um complexo de culpa que sempre levarei comigo.

Talvez seja mesmo por esta razão que escrevo esta carta para fazer reflectir, para evitar que outros se manchem desta culpa.





Conclusão

O português é um dos poucos povos que pode gabar-se de ter recusado a legalização do aborto.

Esta é verdadeira civilização!


Não caiam no bárbaro engano no qual caíram milhões de seres humanos, e eu também!


ROBERTO BADINI

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