segunda-feira, abril 13, 2009

MITOS CLIMATICOS

Retirado do excelente Blog MITOS CLIMÁTICOS



Continua a nevar em Portugal


Dá-se conhecimento a leitores do Brasil e de Moçambique, assim como de outros locais sem acesso a notícias do estado do tempo em Portugal, que regressou a queda de neve. Acontece no Norte e no Centro, como é o caso da Serra da Estrela.

O Instituto de Meteorologia colocou em alerta amarelo os distritos de Bragança. Braga, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu. Neste último, já se registou queda de neve em Castro Daire, durante a madrugada e manhã.

O Comunicado Nº 30, de 9 de Abril de 2009, da Autoridade Nacional de Protecção Civil faz referência ao alerta do IM.








Gato escondido com o rabo de fora


Muito sorrateiramente, o Hadley Centre apresentou recentemente as curvas das temperaturas médias globais entre 1850 e 2008 com modificações, ou actualizações, como se queira chamar-lhes.

Convém recordar que o Hadley Centre é o pilar básico do IPCC para a compilação das temperaturas que apresenta. A propaganda do IPCC baseia-se na fé que tem nestas curvas, reproduzidas pela OMM (Organização Meteorológica Mundial) organismo da ONU que tutela o IPCC.

Estas curvas actualizadas deveriam envergonhar os jornalistas, os organismos oficiais e os políticos envolvidos no embuste do “global warming”. Se tivessem pudor deveriam confessar que têm andado a enganar a opinião pública.

De facto, as curvas das temperaturas médias globais influenciam, no bom e no mau sentido, tanto a opinião pública como as decisões políticas que implicam com a vida de todos nós. Mas não nos iludamos. As mentiras vão continuar enquanto for possível esconder a verdade implícita na Fig. 160.

Para que não restem dúvidas, este gráfico ostenta o emblema do Met Office. Apresenta os valores das temperaturas que sairam dos potentes computadores do Hadley Centre. Os valores de entrada nesses computadores provêm das medidas termométricas HadCRUT3.

Na figura, as curvas de “melhor estimativa” e as barras de erro saíram directamente dos computadores.

Ora, segundo o Hadley Centre e como se pode observar, as temperaturas da última década passaram por um máximo e declinaram desde então. O máximo situar-se-ia cerca de 2004-2005. A partir de então desceram continuamente até 2008.

Mas não foi em Fevereiro de 2007 que o IPCC declarou, numa votação de braços no ar (!!), que o Homem era o culpado do crescimento das temperaturas…?

O IPCC não sabia já que as temperaturas estavam a descer, embora as concentrações de dióxido de carbono continuassem a subir?

Agora se compreende que o AR4 (Quarto Relatório de Avaliação) do IPCC, embora apresentado em Fevereiro de 2007, tenha revelado em quase todos os seus gráficos apenas as temperaturas até 2005 (altura do pico, segundo o Hadley Centre).

Razão tinham os 100 cientistas quando escreveram:

«Mas como os grupos de trabalho do IPCC foram instruídos no sentido de terem em conta apenas os trabalhos publicados até Maio de 2005, importantes conclusões posteriores não são incluídas nos seus relatórios, ou seja, os relatórios de avaliação do IPCC são baseados em resultados obsoletos.»Muitos cientistas, mas não o IPCC, afirmam que as medições por satélites são mais fiáveis, mais homogéneas e menos susceptíveis de erros (tais como os introduzidos pelas designadas ilhas de calor urbano) do que as do Hadley Centre.

As medições por satélites (Fig. 158) detectam também a passagem por um máximo, seguida por um decrescimento tal como no gráfico do Hadley Centre. Esta paragem no crescimento e o declínio das temperaturas é pois uma realidade flagrante.

Ninguém sabe, com certeza, o que vai acontecer no futuro. No entanto, muitos investigadores consideram que numerosos factores apontam para a continuação da descida que já foi iniciada em 2005.

Alguns desses factores são a estagnação e a descida (após 2003) das temperaturas da superfície dos oceanos e a diminuição da actividade solar (como se verifica na actualidade) nos próximos anos. Mas os factores principais são os das situações reais do Árctico e do Antárctico que não correspondem às mentiras generalizadas dos alarmistas.

Seria desejável que a OMM e os media tivessem relatado estes resultados obtidos pelo seu fiel informador. Mas, como seria de esperar, a divulgação deste gráfico do Hadley Centre não convinha nada aos defensores das teses do IPCC. Os profetas do Apocalipse, tanto estrangeiros como nacionais, calaram-se e esconderam esta figura.

De facto, a publicação do gráfico do Hadley Center, por exemplo, nos media, poderia ter um efeito devastador, não só na opinião pública, que despertaria para a realidade, mas também nos decisores políticos que vacilavam na aprovação de um inútil Quioto II, em Copenhaga, em Dezembro de 2009.

Que triste figura andam a fazer os mais poderosos do planeta, como, por exemplo, Barack Obama, com a lengalenga do combate ao aquecimento global. Ou às alterações climáticas, como agora convém dizer. Já desbarataram 50 mil milhões de dólares neste embuste, desde 1990. Quanto mais dinheiro quererão desbaratar?











As doze recomendações de Akasofu


Em Dezembro de 2007, considerando que o IPCC era uma organização científica séria, o Prof. Syun-Ichi Akasofu escreveu uma carta pedindo ao IPCC para não esquecer os seus deveres. A carta tinha o título “Request to the IPCC”.

A carta de Akasofu tinha doze recomendações ao IPCC. Salientamos apenas as seguintes oito recomendações.

1. Definir [correctamente] alteração climática [singular], aquecimento global e efeito de estufa antropogénico, explicitando [à opinião pública] que estes termos não são sinónimos. (Quem utiliza estes termos como sinónimos não sabe o que está a dizer).

2. Exigir aos media para acabar com a apresentação de reportagens que mostram grandes derrocadas de blocos de gelo nas extremidades de glaciares e que mostram as retracções do gelo do Árctico na Primavera, como se fossem provas do efeito de estufa antropogénico. (Os glaciares são, de facto, ‘rios de gelo’ com escoamento natural e com derrocadas normais na Primavera; todos estes acontecimentos se repetem desde tempos geológicos [imemoriais]). [Atenção sr. Provedor dos Telespectadores da RTP!]

3. Exigir aos media para acabar com as reportagens do colapso de casas construídas em cima de premafrost (solo gelado) como se fosse resultante do efeito de estufa antropogénico. (O colapso é devido a uma construção inadequada que derrete a estrutura do premafrost subjacente pelo calor desenvolvido na própria habitação). [Atenção srs. directores de jornais, de estações de rádio e de TV!]

4. Informar que o gelo do Árctico não é uma simples placa de gelo. (A área coberta pelo gelo árctico altera-se consideravelmente devido a correntes atmosféricas e oceânicas e não pela fusão).

5. Chamar a atenção para o facto de que os fenómenos meteorológicos extremos, pouco comuns [cheias, secas, ciclones tropicais, incêndios], não estão directamente relacionados com o efeito de estufa antropogénico. (O efeito de estufa antropogénico representou um ligeiro aumento de temperatura ao ritmo de 0,6 ºC/século).

7. Dar a conhecer que a evolução recente do aquecimento não é inusual ou anormal à luz das variações das temperaturas do passado. (Houve períodos mais quentes do que no presente que se mantiveram durante centenas de anos no actual período interglacial que começou há 10 mil anos).

9. Acabar com as reportagens dos media que dizem que o nível do mar já subiu vários metros nos últimos 50 anos. (De acordo com o relatório do IPCC de 2007 a taxa de subida foi de 1,8 mm/ano, ou seja, a subida foi de 9 cm nos últimos 50 anos). [Na realidade foi de apenas 1,3 mm/ano]. [Atenção srs. directores de jornais, de estações de rádio e de TV!]11. Encorajar os media a não relatar descobertas sensacionalistas que podem reflectir apenas a opinião de um ou de alguns cientistas. (Os jornalistas que não estão familiarizados com os fenómenos do Árctico tendem a descrever os fenómenos naturais como se fossem excepcionais). [Atenção srs. directores de jornais, de estações de rádio e de TV!]


Depois de apresentar as suas recomendações, o Prof. Akasofu começa por dizer: «Acredito que estas [12] recomendações sejam razoáveis e necessárias para o debate. A opinião pública está alarmada relativamente à[s] alteração[ões] climática[s] devido à confusão dos temas, não só dos atrás referidos mas de outras desinformações e incorrecções…»


«Estou preocupado com a inevitável repercussão [que esta confusão provocará] contra a ciência e contra os cientistas quando a opinião pública tomar conhecimento da informação correcta acerca da[s] alteração[ões] climática[s]» – acrescentou o Prof.


Akasofu terminou dizendo: «Mesmo que o IPCC não seja directamente responsável pela presente confusão, é pelo menos responsável por uma [falta de] acção que ajude a rectificar esta [deplorável] situação».

Só que, parece, o IPCC não está interessado no esclarecimento… que acabaria com os erros dos jornais, das rádios, das televisões e dos cinemas.

Os leitores podem ler a carta integral através do link fornecido inicialmente (Request to the IPCC).



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